
Olha-me esta menina que de joelhos caminha nas pedras frias do adro. Que promessa complicada trará nas voltas que dá ao terço na mão fechada?
Lembra-me duma romena, uma outra e sempre a mesma, que em pose de aflição, às portas do pingo-doce a quem sai estende a mão.
Há um não sei quê igual em toda a gente que aceita sofrer de joelhos no chão.
0 comentários:
Enviar um comentário